1ª de Dezembro – Dia mundial ao combate a AIDS |
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Epidemia de AIDS está apenas no começoA
ONU informa que uma em cada 140 pessoas é portadora A AIDS é a mais devastadora doença que a Humanidade já enfrentou, segundo a ONU. O relatório anual PNAIDS (Programa de AIDS das Nações Unidas), divulgado em janeiro/2006 em Genebra, mostrou que mais de 120 milhões de pessoas já foram infectadas pelo vírus da AIDS desde o início da epidemia há 25 anos. Hoje, há 75 milhões de pessoas vivendo com o HIV. Trinta milhões de pessoas já morreram da doença, quatro milhões das quais em 2005. O relatório do PNAIDS afirma que 2005 obteve conquistas importantes no combate da epidemia, mas traçou um cenário negativo, pois o vírus continua a avançar sem controle em muitas regiões do mundo. Na África subsaariana, a região mais miserável do mundo, é a mais afetada pelo HIV com 24,7 milhões de soropositivos, dois terços da população mundial. No Lesoto, um em cada quatro adultos tem o vírus HIV. De acordo com a ONU, 10 milhões de pessoas contraíram o HIV em 2005. Destas 7,5 milhões estão na África e mais da metade são mulheres. Na América Latina, dois terços dos estimados 1,7milhões de soropositivos vivem no Brasil, México, Colômbia e Argentina. A AIDS já é a quarta causa de mortes no mundo. As primeiras são doenças cardíacas, acidentes ou mortes violentas e câncer. O impacto da AIDS sobre as economias de muitos países é devastador. O vírus afeta justamente a população em idade produtiva e hoje um terço dos soropositivos têm entre 15 e 24 anos. Segundo o Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde em Brasília, no início de novembro/2006, na faixa acima de 40 anos houve um aumento significativo de casos. O advento do Viagra e de outros remédios contra a impotência masculina intensificaram a vida sexual da população mais velha. O que torna esse público mais vulnerável, é que se trata de uma geração que começou sua vida sexual quando a AIDS ainda não existia. Daí, a resistência a usar preservativos, e, conseqüentemente, a maior exposição ao HIV. Brasil é apontado
como exemplo positivo
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